João Lemos Esteves é colunista do Expresso desde 2010, e apresenta-lhe no Mais Mulher desta segunda-feira o seu espaço de opinião no Expresso, www.expresso.pt/politicoesfera.

 

Sétima avaliação da troika e as reformas que virão:


A troika será inflexível no corte dos 4 mil milhões na despesa do Estado, dos quais 800 milhões serão este ano. Consequências para a vida das pessoas: na saúde vai aumentar a comparticação dos utentes no financiamento, vai aumentar os processos de fusão de centros hospitalares, privatização de hospitais ou entrará o Governo na onda das "parcerias público-privadas" disfarçadas?

O nosso receio: a ausência de resposta do ministro da Saúde, Paulo Macedo, confrontado com a questão de saber se o aumento de mortes neste Inverno é fruto das reformas na Saúde, deu a resposta mais elucidativa de todas: o silêncio.

Educação:


É o alvo estratégico do governo, isto porquê?
Porque há gente no Governo que entende que a educação é a toca do Partido Socialista. Como é que podemos aceitar que as decisões políticas sejam tomadas não em função das pessoas e do seu bem-estar mas sim das lógicas político-partidárias?

Na educação, poderão destruir o único instrumento de promoção da ascensão social e, por essa via, da redução das desigualdades sociais.

Necessidade de ter mais mulheres na política e mulheres que se assumam enquanto tal? Que mais-valias as mulheres podem trazer para o debate político?


A mulher foi afastada da participação política historicamente com o movimento sufragista, que teve a sua origem nos finais do século XIX mas que só logrou afirmação já no século XX, as mulheres conquistam o direito de voto. Impõe-se uma maior participação das mulheres na política. Até porque, caso contrário, haverá uma distorção democrático-representativa: as mulheres são a maioria da população, mas claramente minoritárias nos lugares de decisão e representação políticas. As preocupações das mulheres são diferentes das preocupações imediatas dos homens. Os seus interesses, as suas preocupações, a forma como encaram os problemas só poderiam beneficiar o discurso político.

A sensibilidade com que olham para os problemas sociais, não tornam as estatísticas e os números como realidades absolutas, como o alfa e o ómega da política, seriam um contributo positivo para devolver algum humanismo à política.

E a mulher deve participar na política sem complexos dessa sua condição: sem caírem na tentação de se "masculinizarem", isto é, sem adquirirem os traços dos homens. Se pensarmos, as mulheres que chegaram aos lugares de topo da política cedo adquiriram tiques masculinos, para se sobreporem, para não se sentirem inferiores aos seus companheiros políticos homens. Numa altura em que precisamos de um discurso de esperança e de crença no futuro (no nosso futuro, individual e coletivo) precisamos do contributo de todos os cidadãos.

 

Curiosa!?! Então não perca o Mais Mulher desta segunda-feira, às 17:30 na SIC Mulher!

 

E se não viu. Veja o vídeo aqui!

 




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