Dear Job @ 18:32

Seg, 25/02/13

As taxas de desemprego aumentam a cada dia, e as empresas a reduzir pessoas são cada vez mais. Andar à procura de emprego, recorrendo às antigas formas (enviar CV, pedir entrevistas, responder a anúncios, ler manuais de pesquisa de emprego, saber como comportar-se numa entrevista ou como deve ir vestida) não resulta, está visto!

Pior: quanto mais elevada a idade, menor a probabilidade de encontrar alguma coisa. Todos conhecemos pessoas nesta situação e cada vez mais vamos fazer parte deste grupo.

Para além disto o perfil das profissões está a alterar-se profundamente. Há profissões a desaparecer e outras novas a surgir. O que fazer?

Como resultado da minha experiência com o projecto “Alfa Beta”, vou partilhar alguns comportamentos e experiências que têm tido excelentes resultados com muitas pessoas.

 

Por isso já sabe, não perca no Mais Mulher desta terça-feira às 17:30 na SIC Mulher!

 

Mas se não viu. Veja o vídeo aqui!

 




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Patricia @ 17:45

Qui, 16/05/13

 

Gostaria de ver mais rubricas du Dear Job. Adoro esta rubrica, é muito interessante

Lucia Carvalho - Oriflame @ 11:10

Sex, 17/05/13

 

Gosto imenso de ouvir o Lúcio Lampreia nesta rubrica. As suas ideias são de facto muito atuais e revelam um conhecimento profundo da realidade do mercado de trabalho que se vive nos dias de hoje.

Está em curso uma transformação nos modelos de carreira, e quanto mais cedo este conhecimento for absorvido pela sociedade, mais depressa conseguiremos encontrar caminhos alternativos para as dificuldades que vão surgindo.


Lucio lampreia @ 10:15

Seg, 03/06/13

 

Muito Obrigado pelos vosso comentários. Tenho estado fora do país e por isso tem sido impossível dar continuidade
Em breve haverá mais Dear Job.
Obrigado por nos acompanharem!!

Lúcio Lampreia

Tiago Moisés @ 12:18

Sab, 28/09/13

 

Parte 1/2

Bom Dia, acabei de ver um dos vossos conteúdos, mais propriamente o seguinte clip "Adeus emprego, olá projetos!" de 06.03.2013 - 14:05

E devo comunicar-vos que o tipo de mentalidade que se pretende promover, não encontra qualquer aderência à realidade. E tal sucede por diversos motivos;

1º Continuar a promover como elemento positivo o facto de um engenheiro ser cabeleireiro, um médico actor, psicólogos serem cozinheiros, é de uma enorme displicência, pois para além de outros aspectos este tipo de realidade proposta, pretende aparentar uma progressão positiva na realidade portuguesa quando significa de facto uma inversão das saudáveis normas de uma sociedade, pois a esmagadora maioria de profissionais que executa este tipo de dualidade laboral, fá-lo por necessidade e não por capricho. É o facto de não existir colocação na área para que estão formados, e a instabilidade dos vínculos laborais que promove esta precariedade. E como se o mal já não fosse o suficiente ainda lança para o desemprego todos aqueles que somente poderiam ser cabeleiros, cozinheiros ou outra profissão em que o estado Português não restringiu o acesso.

2º É uma enorme falácia generalizar que pelo facto de, na falta de emprego, ou oportunidade, se oferecer trabalho todas as empresas o aceitarão e que uma vaga será disponibilizada. Pois a realidade é diametralmente oposta. O mundo do grátis que os intervenientes dizem ser aquele em que se vive, é um abuso do termo, pois ainda que parte dos conteúdos possam ser disponibilizados de forma gratuita ao consumidor, esses mesmos conteúdos terão de ser suportados pela capitalização de outros recursos. Assim sendo o mundo do grátis configura-se como um eufemismo leviano de promoção a um tipo de neo-escravatura, onde a moeda corrente são os sonhos que cada indivíduo insufla para si mesmo, mas cuja sustentabilidade é inexistente de forma congruente.

3º Aligeirar a condição de uma esmagadora maioria que permanece em regime de recibo verde, afirmando que é “um admirável mundo novo”, que é “uma oportunidade para trabalhar em vários sítios ao mesmo tempo” “ mais libertador” que se deixa de estar “agarrado a subsídios”, caso se entendesse nos seus emissores um desconhecimento da matéria, dir-se-ia serem afirmações de uma enorme irresponsabilidade. No entanto dada a posição magistral assumida por estes, sugere existir um guião e uma motivação mais perniciosa, pois a realidade é que a maioria de pessoas que trabalha em regime de recibos verdes, não tem tempo, nem oportunidade de desenvolver mais actividades profissionais, vivem em contínuo sobressalto e inquietude, desconhecendo por quanto tempo terão trabalho, sabendo que não possuem qualquer segurança, caso adoeçam, ou lhe seja descontinuada a solicitação de prestação de serviços. Portando, agir no sentido de diminuir a importância na sociedade dos direitos e seguranças que todo o cidadão deve usufruir de modo a coexistir com igualdade e segurança é não somente reprovável, mas também um excelente exemplo de como um bom meio de comunicação, pode ser utilizado para promover uma política de enorme injustiça para uma maioria, apenas devido a interesses subjectivos omissos na comunicação desenvolvida neste programa.

Tiago Moisés @ 12:19

Sab, 28/09/13

 

Parte 2/2

4º Quando falam em mudança de paradigmas, antigos modelos, e o risco de ficar sozinho, reiteram uma alusão à necessidade quase obrigatória de agir em conformidade com a norma que se pretende tornar-se vigente, e colocam esse teorema como se fosse o único pensamento possível. Tal acto é uma inversão completa da base socio-económica, estabelecendo mesmo uma ruptura com todo o contrato vigente na nossa sociedade. Existem muitas outras possibilidades e oportunidades, o mundo não mudará conforme alguns pensamentos progressistas pretendem. Tal sucederá porque a base que sustenta o pensamento neo-paradigmatico de uma sociedade de indivíduos-produto é falaciosa, o mundo não funciona com árvores que se tornam sementes, mas sim o inverso, sementes que se tornam árvores. Para isso teremos sempre de ter uma base sólida, congruente, e estável onde se desenvolvem as raízes, o mundo que aqui neste programa se transmite, é análogo a um sistema de cultivo hidropónico onde não existe substrato. O que facilmente encontra estribo no final do programa, onde afinal toda a liberdade, todo o “novo admirável mundo”, anteriormente promovido é anulado pela propagada necessidade de aceder a uma página para encontrar trabalho, e cujas ofertas possam ser credíveis. O que transmite que afinal no meio de tanta “liberdade” e ausência de conceitos antigos de organização e segurança, são necessárias regras que auxiliem e protejam os indivíduos de actividades menos escrupulosas.

Lúcio Lampreia @ 09:24

Sex, 18/10/13

 

Caro Tiago Moisés,
Antes de tudo muito obrigado pelo seu comentário ao programa.
Gostaria de lhe dizer que eu não discordo com a sua opinião, nem o seu ponto de vista. De todo.
Mas no meu papel de investigador da área do trabalho e das ciências sociais, devo apresentar as tendências, os sinais, desenhar possíveis cenários que indiquem a direcção para onde o mundo do trabalho caminha.
Não tem tanto a ver com opinião mas com informação.
Os meus melhores cumprimentos

Lúcio Lampreia

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Acabei de o receber, muito obrigada!
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