Ousar Ser @ 12:22

Sex, 07/12/12

Muito do nosso tempo é gasto em discursos, opiniões e, sobretudo, julgamentos....

 

Esta prática constante no nosso dia a dia, acontece porque em vez de usarmos a nossa humanidade (O nosso Ser – único, verdadeiro), usamos aquilo que aprendemos/ adquirimos (teorias, explicações). Esta forma de agir faz-nos, por vezes, desligar de nós próprios, dos outros e dos acontecimentos à nossa volta, perdendo, consequentemente, a riqueza das nossas emoções e da troca com os outros.

 

Não perca nada sobre estes temas intrigantes do nosso comportamento!

 

Com Isabel Empis esta segunda-feira às 17:30 na Sic Mulher!

 

Veja o vídeo aqui!




Ousar Ser @ 13:36

Sex, 09/11/12

Muitas vezes tendemos a confundir liberdade com transgressão.

 

Há certos comportamentos, opiniões, reacções, ambições, rejeições, julgamentos, etc...Que caracterizam há tanto tempo a nossa maneira de ser que, julgamos ser a nossa real personalidade. Muitas vezes, não são mais do que atitudes reactivas ao mundo, a vivências adversas ou a pessoas, contra as quais reagimos com afectos negativos (raiva ou vingança), apesar de na nossa mente assumirem a qualidade de “liberdade de existir” baseada em escolhas conscientes. Um exemplo paradigmático, é o do indivíduo que se afirmou sempre como grande lutador, viciado no trabalho (mesmo que este lhe afecte a saúde), o qual não tem tempo, sequer, para se questionar se é ou não feliz. Um dia deprime-se e aí, numa paragem “forçada” pode tomar consciência que afinal aquilo a que chamava “luta pela vida”, não é mais do que uma qualquer competição com um irmão (por exemplo), competição essa, que o levou a transgredir os seus próprios limites, de repente, essa “luz” fá-lo entender que tudo o que desenvolveu, mais não foi do que raiva ou fúria interior, mesmo que inconscientes, ou seja, uma transgressão dos seus limites. Então, é nesta nova tomada de consciência que pode nascer, para esta pessoa, a liberdade. Liberdade é pois assumir limites e não negá-los. Outro exemplo frequente, é o que se passa com os filhos adolescentes de pais muito rígidos. Nesta fase da vida, os adolescentes tendem a fazer escolhas completamente opostas ao que os pais lhes transmitiram. São escolhas que, geralmente, chocam, vivem em transgressão num ambiente, que sentem como repressor, achando que os seus gostos e escolhas são fruto de liberdade.

 

É a confusão entre liberdade e transgressão. Em termos histórico-culturais, o Maio 68 em Paris foi símbolo da revolta contra costumes repressivos e conservadores. No entanto, a “obrigação” de transgredir levou, a meu ver, mais à libertinagem do que à liberdade de existir que se pretendia. Toda aquela geração ficou, temporariamente, mergulhada num agir transgressivo, pesado, que não trouxe saúde nem felicidade, pois tornou-se quase numa compulsão à transgressão. O boneco Snoopy aparece, então, num poster gigante nas ruas de Paris dizendo: “É melhor ser rico e saudável do que pobre e doente!” retratando bem a insatisfação que depressa se instalou depois da inicial excitação do “grito de liberdade”. A liberdade é, pois, um processo de construção interior, baseada no auto-conhecimento e não é resultante de comportamentos reactivos às atitudes, circunstâncias ou contrariedades que a vida nos apresenta a todos - já que a perda é uma constante da na nossa vida desde o momento do nosso nascimento até à morte.

 

Pelo contrário, a liberdade é um estímulo para nos definirmos nas nossas capacidades criativas, não perdendo estas oportunidades, quer negando emoções, quer as nossas próprias necessidades camuflando-as através de transgressões para com os outros, e, mais grave... Para nós próprios.

 

Veja o vídeo aqui!




Ousar Ser @ 17:49

Sex, 28/09/12

É muito fácil e frequente cairmos em relações de expectativa:”Se os meus pais tivessem sido... ; Se o meu marido ou a minha mulher mudasse para sermos felizes.. Se o meu patrão reconhecesse o meu mérito... “
O que parece acontecer nestas expectativas é estarmos sempre a "pedir" ao mundo que seja aquilo que nós julgamos precisar para nos sentirmos bem.
A consequência dessa forma de nos relacionarmos é a de, muitas vezes, sentirmo-nos traídos porque o outro não cumpriu; dizemos muito credulamente e sem consciência do processo indicado que: "Sou infeliz porque o meu marido está sempre em silêncio e só vê futebol" ; " Sou infeliz porque o meu filho, com todas as hipóteses, não quis ir para Medicina e escolheu ser carpinteiro, um desperdício!". Ou: "A minha filha com tudo de bom na vida, escolheu ir para França fazer música numa banda de hippies!". Ou ainda: "Os meus pais deveriam ter-me dado a atenção que não tive e... Nunca se deviam ter separado".

Como se vê, na expectativa, ficamos dependentes de que o mundo nos complete ou nos resolva - o que constitui um grande engano e ilusão. E porquê?
Porque tomamos uma atitude passiva face a nós próprios: Isto é, delegamos no mundo/exterior a capacidade de nos fazer felizes ou infelizes: Ora isto é um engano porque a nossa saúde e felicidade nunca vêm de FORA. Bem pelo contrário, o nosso bem-estar vem da forma como nos relacionarmos com aquilo que acontece e não do acontecimento, propriamente dito.
SIM! É possível ser-se feliz com uma filha hippie e infeliz com um filho médico!
A expectativa empobrecemo-nos porque, em vez de estarmos disponíveis para nos enriquecermos com o que o outro é, ou com o que nos tem para oferecer, exigimos-lhe o que desejamos, perdendo, deste modo, a riqueza daquilo que o "fora" é ou tem para nos dar.

Viver com esperança é, pelo contrário, um processo activo e criativo: contrariamente à passividade (em que nos instalamos) na expectativa, na esperança temos um plano construído por nós, um sonho de que algo se realize. Isto passa-se no nosso dia-a-dia e não num futuro imaginado com um resultado exigido.
Na esperança, a actividade de sonhar é o ponto fundamental e dá-nos prazer.

Esta reflexão leva-nos a uma imagem, de sabedoria de inspiração oriental, que diz: “ A felicidade não é a meta é o caminho”



Ousar Ser @ 17:34

Sex, 07/09/12

Poderá ser uma grande ajuda conhecer os meandros do desenvolvimento da identidade feminina.
Muitas vezes, questionamo-nos acerca da certos sentimentos ou aspectos da nossa personalidade.
A relação connosco próprios e com os outros, é, muitas vezes, baseada numa avaliação permanente: bom/mau; normal/patológico; superior/Inferior. Talvez, seja mais positivo entender, em vez de avaliar.
Hoje falamos do ser MULHER...




Ousar Ser @ 11:32

Sex, 20/07/12

A tomada de consciência é, muitas vezes, confundida com o conhecimento intelectual sobre um dado assunto. Sobretudo, nas sociedades ocidentais tende-se a confundir conhecimento com sabedoria; esta sim, leva-nos à tomada de consciência e ao auto conhecimento.
Saber tudo o se refere ao açúcar, não é o mesmo do que prová-lo; saber tudo sobre depressões, não é o mesmo do que vivencia-la ou ler tudo sobre a paixão, não é o mesmo do que estar apaixonado.
Uma pessoa sem instrução pode ter sabedoria; inversamente, a pessoa mais instruída do mundo pode ainda não ter tido acesso a si própria, a momentos de conhecimento interior (os tais “cliques” da tomada de consciência), nos quais a pessoa se surpreende a si própria com a verdade que “descobre” e que, no fundo, sempre lá esteve.
Costumo comparar isto à peça de puzzle que de repente se encaixa.
A consciência vem, portanto, das vivências e da forma como sentimos e nos relacionamos com elas, podendo os nossos saberes da mente serem ou não utilizados para momentos de auto conhecimento.
É assim que trabalho, quer nas minhas consultas, quer na formação complementar em Psicologia, que dou de Janeiro a Julho, desde há já cinco anos: faço por proporcionar vivências e diferentes enfoques sobre a mesma realidade, para que a pessoa possa ir chegando àquilo que a nossa colaboradora, Isabel Arantes Pedroso, tão sabiamente, define como “ usar o que se aprendeu através do que se é”.
Hoje em dia, alargámos esta formação a todas as pessoas e faixas etárias. As gratificações são enormes, não só pelo número crescente de alunos, ano após ano, mas também pelo facto de haver pessoas que repetem a formação e que testemunham como sendo “um espaço moderno para aprender a ser livre” .
Para mim tem sido a prova de que uma formação sem objectivos terapêuticos aliada à forma de abordar matérias diferentes (com formadores especializados e reconhecidos) pode ser uma oportunidade de transformação interior e fazer toda a diferença na qualidade de vida e de saúde de uma pessoa.
A tomada de consciência é o caminho para o auto conhecimento, o qual traz saúde mental, realização pessoal e serenidade, na medida em que desenvolve na pessoa a capacidade de assumir a responsabilidade dos próprios actos e reacções perante os factos do mundo e as atitudes do outro.
Concluindo:
Mesmo que seja difícil, em certas situações, parar de culpar o outro ou o mundo - por desagrados nossos - não há dúvida, que é assim que se avança em bem estar e força interior, pois é nesta responsabilização que está, também, incluída a descoberta daquilo que somos capazes e que temos dentro – independentemente do outro.
Sendo assim, direi para terminar:
“ Para a nossa felicidade é melhor a tristeza momentânea de que uma verdade que se descobre, do que a euforia do engano que se perpetua”




Ousar Ser @ 18:31

Qui, 28/06/12

Poderá parecer inusitado colocar no mesmo plano Cristo “ o Filho de Deus” e Freud “um médico que falou de sexo!”. Contudo, tanto Cristo como Freud são, certamente, os pensadores da nossa era que mais utilizamos no nosso dia-a-dia, mesmo não estando conscientes disso.
A idolatria de Cristo e o uso da Sua Vida e Pessoa em movimentos de poder político e de controlo das consciências terão afastado o homem do Cristianismo originário, onde era a humanidade de Cristo, a referência da sua enorme revolução.
Revolucionario é, igualmente, quase dois mil anos depois, o médico austríaco, Freud, anunciar a descoberta da continuidade entre as vivências infantis e a personalidade do adulto.
Contudo, a lucidez que está a acordar o mundo ocidental nas últimas décadas -não só a nível individual, mas também cultural - permite a recuperação das verdadeiras funções de saúde enunciadas por Cristo e por Freud: a responsabilização do homem pelo homem, pelo que é, pelo que tem dentro de si.
O grande anúncio de Jesus, não é a cruz ou o julgamento final; a Sua vivência, parábolas, palavras, sofrimento e morte (revolucionários, à época), apelam ao Renascimento, ou seja, à capacidade que cada um de nós tem de se transformar e relacionar quer com os factos, quer com as “mortes” da nossa vida. Isto é equivalente a descrever Freud não como um “tipo” que fala e coloca o sexo em todo o lado, quando o seu grande legado é ter falado da Vitalidade - que todos temos dentro de nós - exatamente, com a mesma realidade da riqueza da nossa humanidade anunciada por Cristo .
Cristo é marcante pela Ressurreição e não pela cruz.
Freud é marcante pela Vitalidade e não pelo sexo
Paremos, então, de os usar para culpas e culpabilizações de nós próprios e dos outros, projetando a vida no passado ou no futuro, quando, afinal, ela acontece no aqui e agora. Assim, poderemos usar o melhor da mensagem Cristo e dos conhecimentos e descobertas de Freud, de forma a podermos ser mais felizes e saudáveis.





Ousar Ser @ 18:34

Sex, 01/06/12

Nos tempos que correm, caracterizados por um super-desenvolvimento tecnológico, a mente tem sido híper inflacionada em detrimento dos outros instrumentos de conhecimento que possuímos, como a intuição e os órgãos dos sentidos, incorrendo o risco de escravizar vidas, gerando vários tipos de medos, tais como: o medo de falhar, o medo de desagradar, o medo das doenças, o medo do que se perdeu, etc…

Este aspecto pervertido da nossa mente leva a que a pessoa perca a capacidade para realizar a sua plena vitalidade, no exercício da sua humanidade no aqui e agora –espaço em que a vida, de facto, se passa.

Como ajudar as nossas crianças - e nós próprios - a viver a vida em vez de temer a vida? Devemos apostar na prevenção das cada vez mais frequentes depressões associadas a ataques de pânico, sempre com a cabeça a imaginar perigos que levam a pessoa a duvidar do poder que tem sobre si própria, e da sua capacidade de ser responsável pelas reacções às suas emoções.

O pensamento nasce com a gradual separação do bebé e da mãe, na sua relação simbiótica após o nascimento. Ao longo da vida, todo o crescimento implica uma perda e traz um enriquecimento. Vai-se adquirindo “conhecimento” através da relação perda/ganho para se ir construindo o pensamento, e a brincar vai-se aprendendo a pensar cada vez mais ricamente, ligando umas coisas às outras.

A mente é portanto um instrumento de conhecimento do nosso ser. Como pode então acontecer que por vezes as coisas pareçam inverter-se e fica o nosso ser um instrumento da nossa mente? Os medos, mais ainda as fobias, são disso um exemplo. No entanto, se é verdade que os medos são criados pela nossa mente, também o é que a mente tem capacidade para os resolver e libertar a pessoa desses medos. Assim a mente mente, porque às vezes inventa – e parece verdade – que a pessoa não é responsável pelos seus medos, pelos seus sucessos, pelos seus desesperos e pelas suas esperanças. É essa a grande mentira da mente!

 

Vamos desmascarar esta mentira da mente para vivermos em saúde! Não perca!




Ousar Ser @ 19:07

Sex, 27/04/12

“Nada se perde, tudo se transforma” é uma frase que encerra a própria verdade e, mesmo, o segredo da vida.

Perder algo ou alguém, importantes para nós, envolve um processo de luto que passa, muitas vezes, por “lutas”.

O processo de luto pode resumir-se em quatro fases: à fase inicial do desespero, segue-se uma fase de negação e protesto, na qual, se tenta recuperar o que foi perdido (mesmo que só imaginariamente). É esta vivência que dará lugar à fase de aceitação vivida, geralmente, com tristeza e depressão mas, condição indispensável para chegar à reconstrução, ao renascimento e a um reatar criativo de ligações com a nova realidade existencial da pessoa.

O “luto patológico” ocorre quando a pessoa se fixa numa destas fases e é, então, aqui que aparecem as “lutas” para negar a nova realidade. Percorrer este processo implica conhecer o “desenho” destas lutas, uma vez que é nelas que a pessoa mascara (até para si própria) a sua verdade, arrastando essa máscara por anos e sob as mais diversas formas.

Estas “lutas” de que falamos assumem, muitas vezes, a forma de somatizações ou doenças físicas, a precisar, efetivamente, de serem tratadas medicamente. É como que por “ o corpo a falar por nós”, sendo a doença o resultado do compromisso doentio, de emoções negadas, de tristezas não vividas, talvez, lágrimas não choradas ou raivas não exprimidas.

Hoje, é sobejamente conhecida, nos meios científicos, a relação causa/efeito entre doenças (cancro e doenças do sistema imunitário) e perdas inesperadas.

A segurança, a saúde e a liberdade de existir só podem vir, assim, da nossa capacidade de transformação, através dos nossos lutos diários: morremos hoje para ontem e amanhã morreremos para hoje”.

“Saber morrer” e “deixar morrer” tal é o preço de poder viver a nossa vida em plena saúde e em alegria.






Ousar Ser @ 18:33

Qui, 22/03/12

Sexo e sexualidade não se reportam à mesma coisa. Podemos dizer que a sexualidade é o conjunto das experiências emocionais da atmosfera afetiva em que, a partir da puberdade o ato sexual poderá vir a enquadrar-se. Em muitas línguas o ato sexual é designado por “fazer amor” o que significa que o ato sexual dos humanos se pode acompanhar de emoções de ternura e carinho que serão uma das melhores vivências que uma pessoa pode conhecer.

A atividade sexual humana é nisso distinta da atividade sexual animal que é ela puramente instintiva. Se o amor e a emoção pode assim melhorar e marcar a diferença na sexualidade humana isto não quer dizer que o ato sexual praticado sem estes ingredientes seja anormal, patológico perverso.

Praticar sexo seja da forma que for com quem for e enquadrado no ambiente que for, é um DIREITO HUMANO: neste campo é hipocrisia e patologia sim, a crítica social constante numa espécie de tentação a definir A PESSOA por aquilo que faz com os seus órgãos genitais.

É importante sair desta atitude onde tantas vezes usamos o que chamamos VALORES como JULGAMENTOS, alienando o nosso ser e podendo agredir e prejudicar o “julgado”.

Em matéria de sexo/sexualidade só parecemos parecidos porque na realidade somos todos únicos. Só há patologia ou crime quando alguma forma de expressão sexual faça sofrer o próprio ou o próximo.

Muitos ou poucos ou nenhuns, ou muitas ou poucas ou nenhumas, se não fizer mal a ninguém é uma atividade positiva e “normal” seja para eles como para elas.




Ousar Ser @ 20:56

Sex, 02/03/12

O divórcio entre a razão e a emoção está na origem de comportamentos compulsivos onde nos sentimos “não ser donos” de nós próprios, e que prejudicam o nosso bem-estar, seja ele físico, psicológico, relacional ou profissional.

O autoconhecimento através da consciência crescente das nossas verdades interiores bem como das nossas fragilidades é a única via para, ao desenvolver a nossa inteligência emocional, podermos crescer nessa articulação entre razão e emoção e passarmos dos nossos “saberes” à nossa “sabedoria”.

A frase-questão “queres ter razão ou queres ser feliz?” contém em si uma metáfora que faz sorrir mas que denuncia muitos dos nossos momentos reactivos irreflectidos, ou ainda momentos de infelicidade onde nos sentimos “vítimas do universo”.

Claro que todos queremos é ser felizes e… termos “razões” e “razão” para isso.

Desenvolver a nossa razão alimentada pela corrente dinamizadora da nossa emoção é sem dúvida o caminho para ousar e usar o nosso direito de seres humanos a sermos felizes e saudáveis.

A psicoterapia é uma das vias para ir desfazendo este divórcio que nunca deveria ter ocorrido e que deu origem à frase “o coração tem razões que a razão desconhece”.  Mas não é a única. Toda e qualquer vivência que nos ponha em consciência face à nossa realidade emocional, e nos ajude a tomar as nossas atitudes, é uma mais-valia a partir deste casamento razão-emoção, na medida em que estaremos assim a respeitar o nosso ser unido e por inteiro.

E claro, podemos sempre manter os nossos momentos de “bebedeira” emocional, onde “escolhemos” extravasar mas já não advindos de uma impotência de gerir emoções. Não precisamos mesmo de cair nisso.



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