O Estado prevê um conjunto de medidas e benefícios fiscais, destinados a pessoas com dependência física ou mental. As medidas contempladas são amplas, nomeadamente: maior facilidade de inserção no mercado de trabalho, acesso a meios de transporte adaptados, carga fiscal reduzida (de modo a que consigam suportar melhor os seus encargos com a saúde) e, em alguns casos, maior facilidade na aquisição de casa.
Na rúbrica “Luz ao Fundo da carteira” iremos ter uma emissão especial, onde serão analisados os benefícios existentes para pessoas com necessidades especiais, nomeadamente:
• IRS e IVA;
• Aquisição de veículos e imposto único de circulação;
• Contas bancarias;
• Mercado de trabalho
Falamos em outros programas na necessidade de aprofundar conhecimentos referentes aos nossos objetivos e à construção de uma estratégia de investimento informada. Neste contexto, apresentámos os Depósitos a Prazo, um dos produtos financeiros mais subscritos pelos portugueses e falámos, no programa anterior, sobre os Fundos de Investimento.
Os fundos de investimento permitem-nos investir numa grande variedade de mercados ou instrumentos financeiros, numa dinâmica que nos facilita a tomada de risco. Por outro lado, temos os depósitos a prazo que não são mais do que empréstimos dos clientes ao seu próprio banco. Hoje em dia, estes depósitos dão-nos a oportunidade de fazer empréstimos a taxas bastante interessantes para o nível de risco.
Hoje, queremos falar sobre os Certificados de Aforro e sobre os Certificados do Tesouro.
Nas rubricas anteriores procuramos uma evolução ao nível do conhecimento financeiro, baseado na idade. Tendo falado da importância da formação em finanças, passando pela educação financeira dos filhos e acabando na componente de início da política de investimentos, iremos falar hoje sobre os fundos de investimento.
Sabemos que muitos portugueses optam por aplicar as suas poupanças em depósitos a prazo, dada a sua aversão ao risco, sabemos também que acabam por perder grandes oportunidades. Naturalmente que todo o progresso exige risco e que todo o ganho exige esforço e não é certo, teremos de ter a noção que nos podemos precaver face a estes riscos. O ideal é ir aprofundando conhecimentos ao nível da gestão do risco.
Não sendo a gestão do risco o foco desta rubrica, iremos abordar um produto financeiro que torna possível a diversificação do risco ao mesmo tempo que apostamos em determinado ativo ou tema. São os fundos de investimento. Podem não ser, por vezes, as melhores alternativas de investimento. Contudo, são alternativas válidas para todas as pessoas e importa conhecer o que são e como funcionam.
Temos vindo a abordar vários temas em torno da grande temática de Finanças Pessoais. Alertamos para a necessidade de desenvolver maiores competências e aprofundar conhecimentos num campo tão vasto como o do dinheiro.
Neste programa iremos abordar alguns problemas a que temos assistido nas nossas formações, problemas que poderiam ser evitados com um maior cuidado ao nível da procura de informação e algum bom senso.
Antes de aprofundarmos sobre estes problemas, iremos atentar nas principais causas que os nossos formandos referem para a existência de problemas financeiros. Na realidade, apesar de não nos surpreender, temos alguma dificuldade em compreender as inúmeras razões que as pessoas adiantam para justificar algumas das suas decisões.
Aliás, estes e outros temas serão abordados no nosso novo livro que será editado brevemente pela Babel.
Com o aumento do desemprego e as progressões na carreira congeladas em Portugal, emigrar é cada vez mais uma solução. Jovens licenciados rumam em larga escala para outros países, com destaque para o Reino Unido, Brasil, Angola e… locais ainda mais distantes como a Austrália.
Mas atenção… Além dos jovens licenciados, os portugueses em geral estão a emigrar, resultado do atual momento da economia nacional.
Ao longo do programa serão apresentados alguns estudos de casos reais, recorrendo a valores facultados por quem vive atualmente no estrangeiro e de quem pondera emigrar neste momento.
Sem dúvida um tema atual e pertinente!
Em Portugal, são ainda poucos os que resolvem vencer o desemprego criando o seu próprio negócio, provando que o despedimento pode ter um final feliz. Convidamos o Pedro Pinheiro (da empresa Micro Empreender), um especialista em empreendorismo, para nos ajudar a responder às seguintes questões:
1. Porquê considerar o empreendorismo em tempos de contracção económica?
2. Existe um perfil ideal para se ser empreendedor?
3. Como estruturar uma ideia?
4. Quando existe uma boa ideia e falta capital, o que fazer?
5. Que incentivos existem ao empreendorismo?
O Ricardo Ferreira e o Pedro Pinheiro são empreendedores, como tal ao longo da emissão, além dos conhecimentos técnicos vai ainda existir uma partilha de experienciais reais!
Se quiser fazer um pequeno questionário no sentido de avaliar se tem um perfil empreendedor, bem como perceber qual a sua posição relativa no que concerne às etapas a seguir à formulação da ideia, vá a http://wix.com/adn_de_empreendedor/dnade
Durante muitos anos, uma decisão com impacto durante várias décadas (30/40 anos) era feita em poucos segundos: “para pagar um determinado valor se optar por arrendar uma casa, mais vale pagar ao banco uma quantia semelhante e a casa será minha”. Por outro lado, para a grande maioria dos portugueses, comprar uma casa é o maior investimento durante toda a vida: em termos práticos traduz-se na compra de duas casas (a casa pretendida e uma segunda casa com o valor pago em juros!)
Nesta rúbrica, pretendemos analisar todas as variáveis (financeiras e não financeiras) para uma decisão reflectida: comprar ou arrendar? Para tal serão analisados diversos aspectos, de salientar os mais relevantes:
• Encargos com a escritura
• Taxa IMT e IMI
• Taxa de Esgoto
• Obras de conservação
• Condomínio
• Taxa de esgoto
• Se estiver desemprego e quiser mudar de cidade ou país? Com um empréstimo é mais difícil…
Comprar ou arrendar? Não é uma decisão simples, uma explicação detalhada dos elementos a considerar será bastante útil.
Pode fazer download aqui de um exemplo.
Ao longo dos últimos programas, temos focado a nossa atenção no aprofundamento de conhecimentos essenciais para o percurso financeiro de qualquer família. Desde a ferramenta essencial do orçamento, passando por sugestões de educação financeira da família, e acabando nas sugestões de compra de bons produtos nacionais.
No programa de hoje iremos focar a nossa atenção no aprofundamento do conhecimento sobre os supermercados financeiros, bancos aparentemente como todos os outros mas que podem oferecer produtos bastante competitivos e interessantes para os seus clientes.
Adicionalmente, iremos debruçar-nos um pouco na definição de depósitos a prazo e perceber o motivo pelo qual os portugueses gostam tanto de os subscrever.
Com o início do ano é preciso optimismo e determinação, nesse sentido vamos “inovar” na rubrica “Luz ao Fundo da Carteira” mas sempre com o objectivo de melhorar as suas finanças pessoais.
Pela primeira vez vamos ter um convidado, o Fernando Melo, de forma a perceber algo importante: como comprar bons produtos nacionais (gastronomia, vinho e azeite) mas a bons preços? Que critério de selecção devo seguir?
A carteira agradece, a economia nacional também e, sem dúvida, que todos nós gostamos de ser “mimados” com bons produtos.
Todos sabemos que os jovens têm um feitio e uma forma de ser diferentes. São diferentes entre si e são muito diferentes dos adultos. Pensam de forma diferente, actuam de forma diferente. Em suma, são seres diferentes e que importa conhecer.
Sabemos que a adolescencia é uma optima fase da vida, apesar de gerar bastante conflito entre adultos/pais e jovens/filhos. Na realidade, enquanto país, temos de ter a inteligência para saber lidar com os nossos filhos, actuando com amizade e com muita astúcia.
Neste programa, iremos abordar algumas das características dos jovens na idade da adolescência. Adicionalmente, tentaremos transmitir algumas ideias para que consiga melhor lidar com o seu filho. Naturalmente que cada pessoa é única, pelo que a abordagem que temos de ter terá de ser enquadrada com o seu perfil, maturidade e personalidade. Contudo, algumas estratégias poderão ser utilizadas com todos os adolescentes, desde o exemplo ao diálogo.
Tentaremos, finalmente, abordar algumas variáveis financeiras, transmitindo ideias básicas para que consigamos melhor orientar os nossos filhos num caminho que se quer tranquilo e cheio de sucesso.