A morte de alguém que nos é querido traz uma dor profunda e cada um de nós reage e vive esta dor de um modo e num tempo específicos. Quando as pessoas morrem, não voltam. Encarar esta realidade é uma tarefa do processo de luto e um desafio à gestão das nossas emoções.
No turbilhão que tantas vezes acontece, as mudanças familiares acontecem: é preciso conjugar diferentes formas de lidar com a dor, dar espaço e comunicar para a reorganização familiar e para que a harmonia se mantenha entre todos, reencontrando um sentido comum para a perda, no entrelaçar dos percursos individuais deste processo de dizer Adeus.
Na próxima rubrica dos Labirintos Familiares, iremos refletir sobre o impacto da morte de um familiar na dinâmica relacional dos que ficam. Quais os maiores desafios e riscos? Como reforçar o sentido de família num momento de tanta dor? Que estratégias para dar espaço e tempo a cada um, mantendo a dinâmica familiar? Serão algumas das questões abordadas na próxima rubrica.
São muitas as mudanças da sociedade atual, com maior longevidade (e qualidade de vida!), mais tecnologia, mais correria dos pais… mas a magia afetiva dos avós continua a acontecer. São eles que ajudam muitas vezes os pais, tomando conta dos netos, apoiando financeiramente, ou tão só procurando mediar. Por vezes há divergências, conflitos de lealdades, criticas e “arrufos” mas quando a relação entre avós e netos é bem semeada, fica um amor e uma cumplicidade tantas vezes relatada por crianças, adolescentes e jovens adultos. Fica muitas vezes o porto seguro de um amor incondicional, de partilha de valores, histórias de família, aprendizagens conjuntas.
Que dilemas vivem os avós de hoje? Qual o seu papel? Como tornar estas relações avós-netos inesquecíveis? Como gerir a sua vontade de ajudar e a necessidade dos pais de se afirmarem enquanto educadores? Na próxima 2ª feira, iremos falar sobre a relação dos avós com os netos e os filhos.
Junte-se a nós para mais uma reflexão nos Labirintos Familiares!
Todas as famílias, ao longo do seu percurso, lidam com desafios e crises variadas: dependência de um familiar mais velho, dificuldades financeiras, doença crónica de um filho ou conjuge, divórcio, morte de um familiar chegado, desemprego, emigração,, entre outros. Se para muitos tal é o princípio de um sentimento de desestruturação familiar com mais conflitos e afastamento, afirmando que “não há nada a fazer”, são muitas as famílias que, em conjunto, mantêm a esperança e renovam o sentido de Família.
Frequentemente encontramos famílias que referem uma maior aproximação e entreajuda, face a uma ou múltiplas dificuldades: são as famílias que acreditam que são capazes de superar obstáculos e encontrar soluções e que sentem que se fortaleceram num período mais difícil das suas vidas. O que diferencia estas famílias? Como nos podemos inspirar e aumentar (ou manter) a nossa capacidade de lidar com os desafios, protegendo a harmonia familiar?
Na próxima 2ª feira, às 17h30, falaremos sobre Resiliência Familiar e possibilidades para lidarmos e nos fortalecermos enquanto famílias perante eventuais adversidades. Junte-se a nós para um novo ano de relações positivas!
Em plena crise, são muitas as famílias que se deparam com constrangimentos financeiros. Menos compras ou restaurantes, férias mais económicas, mudança de escolas, segundos carros vendidos e mesmo filhos adultos que regressam a casa dos pais, são algumas das muitas medidas adoptadas por diferentes famílias. Em muitas casas, o final do mês passou a ser uma interrogação quanto ao pagamento das despesas. Noutras casas, as contas estão asseguradas, mas está a ser difícil abdicar de um estilo de vida… que implicações tem esta nova realidade para a dinâmica familiar? Se muitas famílias sentem tensão a aumentar, com mais conflitos e irritabilidade, ausências e silêncios, outras famílias procuram soluções conjuntas, partilham a tristeza e apoiam-se nas possibilidades e alternativas. O impacto é muitas vezes percebido na relação conjugal, mas também na relação com os filhos e, naturalmente, no bem-estar de todos. Fica o convite para a próxima 2ª feira, com mais uma rubrica dos Labirintos Familiares: A conversa será em torno do impacto da crise nas famílias, com algumas pistas para que esta seja uma oportunidade bem aproveitada para estreitar laços e reforçar o sentido de Ser Família.
A Internet entrou na vida das famílias e em particular dos casais. As rotinas passam cada vez mais por algumas horas ao computador, entre trabalho, e-mails, informação e Redes Sociais. A dinâmica altera-se e não raras vezes há queixas nas consultas de Terapia Conjugal com o tempo dedicado à internet pelo outro. São ainda muitos os casais que referem situações de infidelidade online, e os ex-casais que consideram que o seu divórcio foi consequência das redes sociais.
Será que a internet tem o poder de invadir e transformar a vida conjugal? Que desafios para os casais na era das Redes Sociais? Será a realidade virtual uma ameaça à Conjugalidade? Na próxima rubrica dos Labirintos Familiares iremos reflectir sobre como a internet e as redes sociais estão a alterar o quotidiano dos casais. Participe!
O conhecimento da homossexualidade de um filho não raras vezes traz algum choque. Pais e irmãos sentem-se abalados, tal como o próprio filho que revelou a sua orientação sexual. Frequentemente a crise familiar acontece. Como dar a volta? O que se mantém? Que futuro? Há culpa? Vergonha? Medos? E os sonhos? Como se podem apoiar? É tempo de um novo olhar sobre a sociedade, o mundo e o futuro mas, acima de tudo, é tempo de se reencontrarem enquanto família.
Na próxima rubrica dos Labirintos Familiares iremos reflectir sobre as Famílias com um jovem homossexual, as questões que habitualmente surgem nos pais e sobre pistas que algumas famílias nos dão, ao manterem as relações familiares positivas e inclusivas.
AMPLOS
Associação Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual
Mais um ano passa e chegam as férias e o descanso merecido para todos os que correram entre rotinas e afazeres durante meses.
Se para muitas famílias é tempo de festa, outros há que vivem a perspectiva de férias em família com algum stress associado.
É tempo de enfrentar as suas relações, sem o ruído da correria do quotidiano. Voltar a estar e ‘refrescar’ as relações conjugais e familiares.
Olhar para o cônjuge, filhos e/ou outros elementos da família, e dedicar-lhes tempo com alegria e criatividade, pode ser a melhor forma de marcar este período como uma ponte de fortalecimento para as suas relações.
Esteja atento aos Labirintos Familiares já na próxima 2ª feira, onde iremos reflectir sobre o stress e as alegrias das férias em família.
Diz o ditado que “mais importante do que se diz, é a forma como se diz”. Efectivamente é na relação co-construída com consciência das mensagens transmitidas, em conteúdo e forma, que a tarefa de educar poderá ter maior sucesso na transmissão de valores, reforço de aprendizagens, co-construção de regras e partilha de afectos.
São palavras de encorajamento, apoio, aceitação e celebração que potenciam uma vivência mais positiva em família, mas também outras formas de comunicar adoptadas pelos pais na relação com outros elementos da família, colegas de trabalho e outras pessoas da comunidade.
Os filhos mais pequenotes ou adolescentes estarão sempre atentos e a procurar uma inspiração para a vida.
Comunicar acontece sempre, e pela positiva pode inspirar para que as crianças de hoje se tornem em adultos confiantes e realizados.
Não perca a próxima rubrica dos Labirintos Familiares, em que iremos falar de comunicação e estratégias positivas para transmitir mensagens e reforçar as relações entre pais e filhos.
São muitos os casais que enfrentam uma situação de infidelidade , ao longo do seu percurso a dois.
A dor instala-se e fica por definir o que fazer.
Continuar ou terminar a relação?
Aceitar ou não aceitar?
Até então a relação era gratificante para ambos?
Há arrependimento?
Sentem espaço e disponibilidade para dar a volta?
Continua a haver um projecto de vida comum?
O que fazer com a confiança abalada?
Se uma infidelidade encontrada pode ser o sinal para terminar uma relação, é também, em muitos casais, o ponto a partir do qual a vida conjugal se transforma, com um compromisso renovado e/ou recriado.
Não perca a próxima rubrica dos Labirintos Familiares, onde iremos conversar sobre pequenas e grandes infidelidades e seu impacto na vida conjugal.
Ter um filho diferente, seja por um problema físico ou cognitivo, é sempre uma situação que desafia a dinâmica familiar.
Todos os pais sonham com filhos perfeitos e bem integrados e aceitar uma doença ou incapacidade pode levar meses ou anos.
É no momento em que a família aceita essa diferença e se deixa envolver emocionalmente também por este filho tal como é, que a harmonia pode voltar – com todas as adaptações necessárias às necessidades da criança, mas garantindo também o bem-estar dos outros irmãos e de cada um dos elementos do casal.
Há uma reajustar da identidade familiar e um renovar do compromisso com o projecto Família.
Na próxima rubrica iremos ponderar as implicações da deficiência na dinâmica familiar e estratégias que vão sendo encontradas por estes pais que se superam diariamente.
Porque todos nós podemos contribuir para uma sociedade mais inclusiva, junte-se a esta reflexão dos Labirintos Familiares.