Para muitas famílias as férias estão ai, o que se traduz em mais tempo em família nomeadamente na companhia dos filhos. Desde muito cedo que as crianças assimilam o mundo que as rodeia, como tal podem ser sensibilizadas para a importância do dinheiro, da poupança e da necessidade em evitar o desperdício. No dia-a-dia há inúmeras situações propícias para tal, os pais apenas necessitam de imaginação e de recorrer a algumas técnicas divertidas. Preparado para “brincar” educando?
O livro é muito interessante e completamente actual. Está recheado de histórias verídicas (testemunhadas pela autora) que explicam como uma certa cultura laxista, de compadrio e de pequena corrupção mina por completo a Administração Pública (inclui histórias caricatas com dois ex-ministros, histórias sobre desvios de dinheiro, roubos, corrupção, motoristas de serviço aos cães dos chefes, entre muitas outras e que poderão ser exploradas pelo seu lado mais humorístico).
Neste livro, a jornalista Lurdes Feio mostra-nos os vícios e os pecados no funcionamento da Administração Pública, narrando-nos com humor e ironia histórias hilariantes que viveu na primeira pessoa, mas que também merecem a mais profunda reflexão já que esta cultura tem um efeito paralisador, trágico, no desenvolvimento do país. É assim que se deverá utilizar o dinheiro pago pelos nossos impostos? Perguntamos depois de o ler.
A autora do livro estará connosco para nos revelar tudo... Não perca!
Saúde: Com o aumento das taxas moderadoras deverei optar por um seguro de saúde? O aumento das taxas moderadoras do SNS, introduzido no início deste ano, teve um impacto directo na procura por seguros de saúde. Muitos portugueses perderam isenções, outros que habitualmente estavam sujeitos ao pagamento de taxas moderadoras, vêem agora a tabela do SNS ditar--lhes custos muito elevados, adicionando até custos anteriormente inexistentes para alguns procedimentos clínicos. O orçamento familiar dos portugueses está cada vez mais apertado, mas é premente questionar se optar por um seguro de saúde é uma boa opção? Por outro lado, caso queira ter acesso a um seguro de saúde, como deve agir para seleccionar o seguro de saúde mais indicado e para evitar pagar valores exorbitantes?
O Estado prevê um conjunto de medidas e benefícios fiscais, destinados a pessoas com dependência física ou mental. As medidas contempladas são amplas, nomeadamente: maior facilidade de inserção no mercado de trabalho, acesso a meios de transporte adaptados, carga fiscal reduzida (de modo a que consigam suportar melhor os seus encargos com a saúde) e, em alguns casos, maior facilidade na aquisição de casa.
Na rúbrica “Luz ao Fundo da carteira” iremos ter uma emissão especial, onde serão analisados os benefícios existentes para pessoas com necessidades especiais, nomeadamente:
• IRS e IVA;
• Aquisição de veículos e imposto único de circulação;
• Contas bancarias;
• Mercado de trabalho
Falamos em outros programas na necessidade de aprofundar conhecimentos referentes aos nossos objetivos e à construção de uma estratégia de investimento informada. Neste contexto, apresentámos os Depósitos a Prazo, um dos produtos financeiros mais subscritos pelos portugueses e falámos, no programa anterior, sobre os Fundos de Investimento.
Os fundos de investimento permitem-nos investir numa grande variedade de mercados ou instrumentos financeiros, numa dinâmica que nos facilita a tomada de risco. Por outro lado, temos os depósitos a prazo que não são mais do que empréstimos dos clientes ao seu próprio banco. Hoje em dia, estes depósitos dão-nos a oportunidade de fazer empréstimos a taxas bastante interessantes para o nível de risco.
Hoje, queremos falar sobre os Certificados de Aforro e sobre os Certificados do Tesouro.
Nas rubricas anteriores procuramos uma evolução ao nível do conhecimento financeiro, baseado na idade. Tendo falado da importância da formação em finanças, passando pela educação financeira dos filhos e acabando na componente de início da política de investimentos, iremos falar hoje sobre os fundos de investimento.
Sabemos que muitos portugueses optam por aplicar as suas poupanças em depósitos a prazo, dada a sua aversão ao risco, sabemos também que acabam por perder grandes oportunidades. Naturalmente que todo o progresso exige risco e que todo o ganho exige esforço e não é certo, teremos de ter a noção que nos podemos precaver face a estes riscos. O ideal é ir aprofundando conhecimentos ao nível da gestão do risco.
Não sendo a gestão do risco o foco desta rubrica, iremos abordar um produto financeiro que torna possível a diversificação do risco ao mesmo tempo que apostamos em determinado ativo ou tema. São os fundos de investimento. Podem não ser, por vezes, as melhores alternativas de investimento. Contudo, são alternativas válidas para todas as pessoas e importa conhecer o que são e como funcionam.