Ana Abecasis de 33 anos, doutorada em Medical Sciences na Katholieke Universiteit Leuven, Bélgica e Investigadora no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Universidade Nova de Lisboa.

 

Ana Ribeiro de 32 anos, doutorada em Biologia Celular e do Desenvolvimento pela University College London, Reino Unido e Investigadora no Instituto de Medicina Molecular, na Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa.

 

Leonor Morgado de 29 anos, doutorada em Bioquímica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa e Investigadora no REQUIMTE/CQFB, Departamento de Química, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

 

Investigação sobre anti-retrovirais para HIV, regeneração da medula e produção de energia limpa distingue três cientistas portuguesas

Como travar as mutações que estão a tornar algumas estirpes do HIV resistentes aos medicamentos anti-retrovirais? Será possível modular as células estaminais da medula para conseguir uma recuperação funcional após uma lesão? Será que a bactéria Geobacter poderá gerar energia limpa e simultaneamente remover compostos tóxicos do ambiente? Estas são algumas das questões que servem de partida à investigação de Ana Abecasis, Ana Ribeiro e Leonor Morgado, as três jovens cientistas distinguidas pelas “ Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência”.


O projecto que distinguiu Ana Abecasis, investigadora no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, visa compreender como se desenvolvem e transmitem as mutações que estão a tornar algumas estirpes do HIV resistentes aos medicamentos anti-retrovirais, obrigando por vezes a terapias mais tóxicas, dispendiosas e menos eficazes. O objectivo da investigadora, de 33 anos, é definir regimes terapêuticos de primeira linha para doentes infectados por estas estirpes e estabelecer linhas de prevenção para a transmissão de resistências aos anti-retrovirais, melhorando a qualidade e esperança de vida do doente.


Ana Ribeiro, de 32 anos, foi distinguida com um projecto que abre novas pistas sobre a regeneração celular indispensável à recuperação após uma lesão na espinal medula. A investigadora do Instituto de Medicina Molecular, da Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa usa como modelo de estudo os peixes-zebra que, ao contrário dos mamíferos, são capazes de formar as novas células que restabelecem a estrutura da medula espinal e possuem uma capacidade notável de recuperar a função motora após lesionarem a medula.


O projecto de Leonor Morgado, a mais nova das três distinguidas, com apenas 29 anos, visa compreender e optimizar a transferência extracelular de electrões na bactéria Geobacter sulfurreducens, e contribuir para uma implementação mais eficiente de tecnologias que permitam gerar energia limpa e ao mesmo tempo remover compostos tóxicos do ambiente. A investigadora prosseguirá o seu projecto no REQUIMTE/CQFB, Departamento de Química, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

 

Por isso não perca esta animada conversa com mulheres que têm o poder de mudar o mundo!

 

No Mais Mulher desta terça-feira, às 17:30, na SIC Mulher!

 

E se não viu. Veja o vídeo aqui!

 

 








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