A morte de alguém que nos é querido traz uma dor profunda e cada um de nós reage e vive esta dor de um modo e num tempo específicos. Quando as pessoas morrem, não voltam. Encarar esta realidade é uma tarefa do processo de luto e um desafio à gestão das nossas emoções.
No turbilhão que tantas vezes acontece, as mudanças familiares acontecem: é preciso conjugar diferentes formas de lidar com a dor, dar espaço e comunicar para a reorganização familiar e para que a harmonia se mantenha entre todos, reencontrando um sentido comum para a perda, no entrelaçar dos percursos individuais deste processo de dizer Adeus.
Na próxima rubrica dos Labirintos Familiares, iremos refletir sobre o impacto da morte de um familiar na dinâmica relacional dos que ficam. Quais os maiores desafios e riscos? Como reforçar o sentido de família num momento de tanta dor? Que estratégias para dar espaço e tempo a cada um, mantendo a dinâmica familiar? Serão algumas das questões abordadas na próxima rubrica.